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domingo, 22 de dezembro de 2019

parábola da sabedoria

Um jovem que vivia em uma pequena cidade tinha o desejo de se tornar sábio e procurava por um mestre e tendo ouvido falar de um sábio que vivia no deserto resolveu ir até ele e pedir que lhe ensinasse a ser sábio.
- Por favor grande mestre me ensine a ser um homem sábio.
Então o mestre em toda a sua sabedoria disse:
- Você quer aprender a ser sábio?
- Sim mestre.
- Então volta para casa e dentro de um mês retorne aqui com dinheiro.
- Sim mestre.
O jovem trabalhou duro durante um mês e levou o dinheiro para o mestre que então lhe mostrou uma caixa.
- Agora guarda o dinheiro nessa caixa e fecha com essa chave.
- sim mestre.
Ele assim o fez, então o mestre disse:
- Agora vai para casa e lá guarda contigo esse dinheiro e essa chave.
O rapaz confuso perguntou:
- Mas qual é a lição mestre?
- Para ser sábio é preciso resistir as tentações.

sexta-feira, 30 de agosto de 2019

Creppy pasta do homem do saco

        Conta-se que na pequena cidade de Salgueiro vivia um homem solitário que morava num lugar afastado e silencioso e andava sempre com um saco branco nas mãos atiçando a curiosidade das pessoas e as crianças não perdoavam. Viviam implicando com esse silencioso senhor que a ninguém incomodava mas que despertava o medo de muitos. E um certo dia as crianças começaram a correr atrás do homem do saco e lhe atirar pedras conseguindo enfurece-lo mas ele não falou se quer uma palavra apenas olhou assustadoramente para as criancinhas com os olhos arregalados prontos para devorá-las fazendo com silenciassem imediatamente contudo não contaram nada a ninguém tamanho o medo que sentiram Mas os pais perceberam que elas estavam tristonhas e se perguntaram porque isso acontecia até que uma falou para sua mãe:
- foi o homem do saco, nós o irritamos e ele nos olhou assustadoramente.
- É só um homem solitário minha filha não há o que temer.
        Só que depois disso o homem não foi mais visto nem sua casa ocupada isso deixou as criancinhas desconfiadas e para piorar a situação depois de algum tempo meninos e meninas começaram a desaparecer msiteriosamente inclusive alguns daqueles que tacaram pedras naquele senhor até que alguém pensou no homem do saco então invadiram a casa dele  e lá encontraram milhares de sacos brancos sujos de terra e um fedor terrível de carniça mas nem as crianças nem o homem do saco foram vistos novamente.

O violão maldito 9

          Começavam a circular histórias macabras sobre o violão alaranjado sempre tendo como principal divulgado um senhorzinho que já conhecia a muito tempo a fama da caixa alaranjada e dizia que ela era a causa.
- Gente tão dizendo por aí que o vioão é maldito.
- Besteira desse pessoal bobo.
- Temos que nos concentrar em promover nosso cantor.
- Isso mesmo.
         Haviam divulgado o rapaz onde puderam e agora conseguiram uma apresentação popular paga pelo municipio. Contudo no dia do espetáculo muitos incidentes aconteceram. Já na ida para o local do show alguns jovens foram atropelados e morreram deixando o asfalto marcado de sangue e vísceras. Pouco após o início da apresentação algumas pessoas passaram mal e sentiram fortes dores nos ouvidos que sangraram até que caíram no chão mortos, mas um homem estava lá para avisar a todos sobre o perigo.
- Saiam daqui esse violão é maldito, é maldito!
- Mas o que ele tá falando?
- Não deve ser nada.
          A música continuou até que perceberam que haviam pessoas caíndo mortas outras tendo ataques  então a correria foi geral com pessoas sendo pisoteadas.
- Eu avisei, eu avisei vocês.
          O senhorzinho de barba branca só teve tempo de se esquivar antes que um jovem caísse do seu lado e fugir dali. O perigo estava aumentando.

                                                                                                     C O N T I N U A

quarta-feira, 28 de agosto de 2019

O violão maldito 8

        Estavam a caminho da rádio para a apresentação e de repente envolveram-se num acidente atropelando um senhor socorrendo-o prontamente. O homem estava havia se assustado ao olhar para o violão e parado no meio da pista. Sua perna havia sido quebrada e ele gemia de dor.
- Ai minha perna, minha perna!
- Calma senhor.
       O homem olhou de volta para o violão e novamente se assustou apontando o dedo para o instrumento que reluzia e os jovens ficaram sem entender nada.
- Ele está olhando para o seu violão.
- Vamos ter que esperar o Samu.
- Tomara que não demorem.
       O carro do Samu chegou e atendeu o homem que só conseguia olhar para o violão alaranjado que brilhava.
- O violão, o violão.
       O grupo seguiu o seu caminho a tempo de se apresentar e quando a música começou alguns dos ouvintes se sentiram mal com o som que emanava do violão e no estudio um dos jovens também ficou com medo pois parecia uma música maléfica aquela saída do instrumento, contudo, o rapaz só tinha ouvidos para seu precioso instrumento e o som que ele criava. O rapaz parecia entrar em êxtase ao manusear o aparelho musical e isso chamava a atenção de alguns. Mas um senhor que ouvia a música de casa começou a sentir dor nos ouvidos e de repente sangue começou a escorrer, sua esposa percebendo se assustou.
- Seu ouvido está sangrando querido, vou limpá-lo
      O sangue aumentou até que o homem começou a gritar violentamente e a mulher sem saber o que fazer entrou em profundo desespero.

                                                                                                                     C O N T I N U A

sexta-feira, 16 de agosto de 2019

O violão maldito 7

O rapaz continuava tocando magistralmente e as pessoas aplaudindo enquanto seus amigos íam conduzindo os aplausos. Depois que a apresentação acabou todos foram para casa extremamente contentes. No caminho para casa algo  diferente aconteceu em uma loja. Um assalto estava em andamento bem no momento em que estavam passando. O antiquario estava apavorado enquanto o bandido esbarrou no jovem violonista caindo pesadamente retomando a corrida e sendo atropelado em seguida. Os jovens nem sabiam o que dizer.
- Nossa gente que doido isso!
- Que susto!
O jovem olha e aliviado percebe que o violão não sofreu um arranhão sequer e eles retomam a marcha para casa.
- Temos que agendar uma ida sua a rádio.
- verdade  e isso é só o começo.
O tempo iria mostrar que as intempéries estavam só começando e as coisas iriam acontecer de forma sutil.
- Vocês chegaram a ver o que o ladrão estava roubando?
- Sabe que nem vi.
- Uma vitrola antiga, ele a deixou no chão antes de ser atropelado.
- E na frente da loja havia um espelho que estava quebrado.
- Ela ficou lá se movimentando.



                                                                                                                        C O N T I N U A


quinta-feira, 15 de agosto de 2019

O violão maldito 6

O jovem decide que é hora de se apresentar em público e conta sua idéia aos amigos que acham isso o máximo e fazem mil planos para a apresentação.
- Vai ser demais.
- Onde pretende se apresentar?
- Na rua lá no centro.
- Excelente idéia, assim todos terão a oportunidade de apreciar seu talento.
- Você vai ficar conhecido, cara!
A empolgação é tamanha que em pouquíssimo tempo muitas pessoas estão sabendo da novidade e ficam ansiosas para ver a apresentação. Então os jovens vão para o centro e ele começa a tocar e aos poucos as pessoas vão parando para vê-lo tocar. Muitas pessoas estão reunidas ao redor do rapaz e degustam suas canções executadas com habilidade digna de um mestre. O público sente crescer dentro de si uma animação sem igual e começa a gritar e aplaudir-lo e ele retribui com sonoridades mais elaboradas e fortes sendo ciceroneado por seus amigos que vão conduzindo os espectadores como um maestro a orquestra.
- Vamos pessoal, isso mesmo.
- Essa não é a melhor apresentação de que vocês já viram?
Mas no meio da multidão existe um homem que reconhece a sonoridade.
- Já ouvi isso antes, ei é aquele violão maldito. Ei rapaz, esse violão é maldito.
O homem aproxima-se do rapaz para falar-lhe.
- Esse seu violão vai lhe trazer problemas, eu conheci o antigo dono dele. Livre-se desse instrumento enquanto pode.
O rapaz continua a tocar enquanto seus amigos afastam o homem.


                                                                                                                             C O N T I N U A
                                                                                                              

quarta-feira, 14 de agosto de 2019

O violão maldito 5

     Alguns de seus amigos vieram até sua casa para ouví-lo tocar e se admiraram com sua destreza tanto que propuseram a ele que mostrasse seu talento ao público.
- Cara, você precisa se apresentar.
- Nem que seja na rua.
- Isso mesmo.
     O rapaz um pouco receoso ainda não havia comprado a idéia totalmente e disse que precisava esperar mais um pouco e deixar a técnica se desenvolver totalmente. Seus amigos estavam ansiosos para apresentá-lo a todos os cidadãos da cidade e transformá-lo num ícone da música mas ele queria tocar rock.
- Você deve começar com músicas mais conhecidas e que agradem ao público.
-  Eu realmente gostaria de me apresentar tocando rock.
-  No começo terá de tocar músicas mais populares.
      E a turma toda já imaginava o sucesso do amigo músico fazendo planos para quando ele estivesse despontando entre as celebridades. Ele por sua vez ía devagar e pensava a longo prazo procurando se estruturar consistentemente para não afundar no ínício da viagem. O certo era que de agora em diante sua técnica só iria melhorar e ele estava cada vez mais convicto dos poderes de seu violão e nem parava para pensar naquele senhor qua havia lhe advertido sobre o dono anterior.
- Era só um homem abalado.
       

terça-feira, 13 de agosto de 2019

O violão maldito 4

          Depois de alguns dias viajando pela estrada e sendo parado pelas pessoas que hora lhe parabenisavam pela bela música e hora lhe perguntavam sobre seu violão ele chegou em casa da viagem em busca do violão perfeito. Já na rodoviária da sua cidade chamou a atenção das pessoas e principalmente das garotas que íam falar com ele a respeito do violão.
- Seu violão é maravilhoso.
- você toca muito bem.
- Ei você não é o rapaz que estava tentando aprender a tocar violão?
- Sim, sou eu mesmo.
- Quando saiu daqui não sabia nada.
- É que encontrei o violão certo.
          E o jovem ía deixando para trás pessoas admiradas com a sua evolução e com a beleza do instrumento além de notarem sua autoconfiança. Ele tinha mesmo atingido em outro nível e isso era indiscutível, chegando mesmo  a assustar quem o viu sair da cidade sem saber praticamente nada de música. Mas como tudo que é muito bom desperta comentários com ele não foi diferente pois as pessoas acharam algo praticamente impossível apesar de ter passado um bom tempo fora.
- Onde você aprendeu a tocar assim, cara?
- Por acaso você fez um pacto?
- Claro que não apenas achei o violão certo, e veja como ele é bonito.
          A primeira coisa que se notava era a beleza do violão alaranjado pérola com símbolos 2 sinais músicais pretos nele. O rapaz havia mesmo achado o violão perfeito para si e agora poderia evoluir na sua arte que estava começando a ser desenvolvida. Seus pais acharam o instrumento maravilhoso e quase não acreditavam na evolução do filho chegando a se perguntar como havia acontecido aquilo e o rapaz sempre respondia que era o violão.

                                                                                                                      C O N T I N U A

segunda-feira, 12 de agosto de 2019

O violão maldito 3

          Com a sua peregrinação de 6 meses pelo país finda com o encontro do violão era hora de voltar para casa junto dos familiares e amigos.  Havia gastado todas as suas economias para conseguir o violão perfeito e ouvira muitas pessoas dizendo para que não embarcasse nesta aventura pois era perda de tempo e o que um violão fazia outro também poderia fazer era só questão de treino, não havia esse negócio de violão mágico. Mesmo assim ele embarcou na jornada e encontrou a preciosidade de sua vida agora poderia ser o rei da música. No caminho de volta as pessoas o paravam e perguntavam sobre o belo violão e comentava a sua habilidade em tocá-lo e ele respondia que havia demorado bastante até encontrá-lo. No ônibus ele começou a tocar e os passageiros aplaudiam pedindo bis e viajando na melodia do instrumento que parecia ser dotado de uma força sobrenatural. Até que um homem aproximou-se do rapaz e lhe dirigiu a palavra.
-  Hei rapaz deixe-me ver esse violão que leva consigo.
- Claro, meu senhor.
          O homem olhou desconfiado e assustado falou:
- Meu jovem, esse violão não representa boa coisa.
- Mas porque, meu senhor?
- Você o adquiriu na loja de usados, certo?
- Sim.
- Então este violão pertenceu a outro homem e ele foi a ruína, livre-se dele.
- Nâo, este violão é maravilhoso e continuarei com ele.
- Isso mesmo garoto, e o senhor deixe o rapaz em paz.
- Isso mesmo!
- Esse violão vai lhe trazer a ruína rapazinho, escute o que digo.
- Deixo-o em paz, Turrel. O homem voltou ao seu lugar de cabeça baixa e a cantoria continuou até o final da viagem
                                                                                                                                      C O N T I N U A

domingo, 11 de agosto de 2019

O violão maldito 2

Parou em frente a uma vitrine e lá estava o violão, era lindo, alaranjado como uma fruta fresca e madura com um símbolo, era ele. O instrumento atraiu a atenção e adoração do rapaz no momento em que o viu e realmente não pôde resistir ao seu chamado. O objeto que estava ali teria de ser seu de uma forma ou outra e o rapaz foi entrando na loja ávido e desejoso de comprar o belo instrumento musical. Aquela jóia praticamente havia chamado o rapaz para dentro da pequena loja oferecendo-se para ser totalmente sua e lhe dar o dom da música. E o jovem aceitara o convite de corpo e alma e instantâneamente sem saber do que existia por trás daquele pedido silencioso. Ele entrou e avidamente perguntou ao vendedor sobre a preciosidade que ali estava sendo observado com certa desconfiança pelo funcionário que a poucos dias recebera o objeto em doação. Ele mostrou o violão e tocou uma música que encantou o futuro comprador que pediu para tocar um pouco. Quando tocou no instrumento um sentimento de confiança e entusiasmo tomou conta de si e o rapaz começou a tocar como um profissional habilidoso deixando a si e ao próprio vendedor impressionados somando-se a isso a circunstância como o violão viera parar na loja e que o vendedor achara melhor não comentar. O garoto começou a tocar uma música antiga com maestria e pessoas começaram a prestar atenção no domínio que o jovem mostrava perante o instrumento chegando a aplaudi-lo isso o deixou muito confiante e alegre sabendo que seu desejo estava prestes a se realizar. O funcionário da loja lembrou do dia em que um homem mostrando-se bastante preocupado viera até o comércio para se desfazer do objeto e inclusive assinara um termo de doação da peça dizendo que precisava livrar-se daquilo rapidamente e como o patrão era apaixonado por bons negócios resolveu aceitar a proposta, e agora, vendo aquele rapazinho tocando tão bem começava a achar que havia mesmo algo de estranho com o violão. O fato é que agora o moço poderia voltar pra casa com o seu violão mágico.
                                                                                                                                   
                                                                                                                                       C O N T I N U A

sábado, 10 de agosto de 2019

O violão maldito

          Jefferson era um jovem que queria tornar-se músico mas não tinha habilidade sequer para fazer os primeiros acordes mesmo que se esforça-se muito ele continuava lento em seu dedilhado e confecção de acorde, e isso o irritava profundamente. O rapaz dedicava-se cada vez mais mas parecia que havia algo com seu violão então ele tentava um modelo diferente, afinação diferente levava seus violões para quem entendesse do assunto e lhe diziam sempre a mesma coisa: "O violão é bom você apenas não tem habilidade para manejá-lo" e aquilo deixava-o irritadíssimo. Ele ficava horas pensando sobre isso e em como gostaria de ser o melhor músico que já passou pela Terra e nesses momentos ele pensava: "Um dia encontrarei o violão certo para mim", e com isso em mente ele persistia em seu sonho sempre sonhando com o violão certo que misteriosamente nunca encontrava. Por alguns  momentos chegou a pensar em se afastar mas não demorou muito a vontade surgiu novamente pois era mais forte que si e ele voltou a almejar seu sonho. Desejava imensamente encontrar o violão mágico que lhe coferiria o dom da música e procurou adquiriu um violão após o outro mas nada de tocar parecia que seus violões estava sim enfeitiçados para não lhe deixarem tocar coisa alguma e essa situação permanecia mas ele continuava com seu sonho. Seus amigos diziam-lhe que parasse de procurar por esse violão pois nunca encontraria que era só uma fantasia persistente e ele por sua vez dizia que sim que conseguiria. Até que decidiu vagar pela região em busca desse violão e ele o achou...

                                                                                                                                      C ON T I N U A

terça-feira, 30 de maio de 2017

O pacto

     A raiva ensopava-me a alma pois a sorte não andava comigo e além disso havia brigado na rua e para piorar, nesta noite, o choro de um gato somado as sombras estranhas fêz-me gelar de medo e com a raiva misturada ao medo fui dormir contudo a idéia de um pacto não saía da minha mente, desta forma fui tomado por um pesadelo pavoroso. Era noite de ventania e algo perseguia-me bufando e rosnando, eu até podia sentir sua respiração e tudo isso somado as sombras criou um clima horrendo. Corri até o cemitério da velha igreja e dei de cara com um homem que tinha o rosto em carne viva e gargalhava com um machado nas mãos então parei de um pulo e senti calafrios, mudei de direção e já na estrada tropecei e caí, olhei para o chão e notei algo brilhando, era o anel de minha mãe em sua mão decepada, chorei, levantei e corri até a encruzilhada e tomado pelo cansaço parei ofegante, olhei em todas as direções e senti um alívio, o vento ressoou, então senti um toque que foi descendo pelo meu pescoço até o ombro, gelei e fiquei paralisado, chorei baixinho, implorei, agora o ser estava na minha frente, era horrendo e falou com voz grave e grotesca:
     - Não era o que queria, um pacto?
     Ergui a cabeça de sopetão e ofeguei muito, que pesadelo medonho. Então olhei para a frente e ali estava ele, chorei baixinho e implorei por minha alma.    

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

O amaldiçoado

     Teriosvaldo vivia do comércio, tinha lá seus 40 anos, cabelos negros e rosto fino e marcado pelo tempo, no lado direito da face possuía uma cicatriz proveniente de uma guerra na qual lutou. Era um homem franzino mas que não deixava-se intimidar, era decidido, firme em seus princípios, pai amoroso e marido fiel. Agora voltava de uma longa viagem, sua carroça estava apinhada, trazia roupas, utensílios domésticos e plantas medicinais. A volta para casa duraria quinze dias e já estava a meio caminho de Vila Mansa. Já era noite e precisava descançar, então fez uma fogueira e de repente um mago apareceu.

quinta-feira, 12 de junho de 2014

O amaldiçoado

     Teriosvaldo vivia do comércio, tinha seus 40 anos, cabelos negros, rosto fino e marcado pelo tempo, no lado direito da face possuía uma cicatriz proveniente de uma guerra na qual lutou, e esse risco ía da base dos olhos até o início do queixo. Ele era um homem franzino mas que não deixava-se intimidar, era decidido, firme em seus princípios, pai amoroso e marido fiel. Agora voltava de uma longa viagem, sua carroça estava apinhada, trazia roupas, utensílios domésticos e plantas medicinais. A volta para casa duraria quinze dias e já estava a meio caminho de Vila Mansa. Já era noite e precisava descançar, então fez uma fogueira e
de repente um mago apareceu.

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Parábola sobre a poesia

Certa vez um menino encontrou um poeta e começou a indagá-lo:
 - O que é preciso para escrever sobre a raiva?
 - É preciso ter ficado nervoso muitas vezes.
 - O que é preciso para escrever sobre o pessimismo?

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Pensamentos

                                                       

     "Sou um amante do mundo do sobrenatural."
   
     "Quanto mais eu conheço os homens mais eu admiro os animais."
   
     "O homem tem muito a aprender com os animais."